
Já pensou se a poeta e/ou e/ou pensadora e/ou escritora da Zero-Hora Martha Medeiros estivesse certa, quando disse: - Gostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que aliás é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto (...).
Nenhum de nós existiria ou teríamos de ser perfeitos, pois na primeira decepção resolveríamos esquecer a pessoa amada e pronto ninguém mais ficaria com ninguém. Que tal ficarmos como estamos? Com todo respeito agrande escritora Martha Medeiros, mas sofrimento não mata e ainda ensina a viver. Vamos aprender com a vida e aproveitar esse tsunami de emoções que nos invade sem avisar ou pedir licença e sendo bom ou ruim, para mim ou pra você, que pelo menos seja. O mais importante de tudo é que estamos vivos, que existimos, que o mundo está a postos para ser desbravado. A previsões não são boas para a nossa existência, também tem a história do calendário maia então vamos aproveitar o tempo que nos resta, o mundo que nos resta, o pouco que nos resta.
Se for amor que importa a dor, não há porque temor seja o que for. O amor justifica a dor e mesmo se a recíproca não for amor, o que importa é aprender com a dor. Porque já dizia a música: “É sempre amor mesmo que acabe, com ela aonde quer que esteja. É sempre amor, mesmo que mude. É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou.”, Bidê ou Balde.
Nenhum comentário:
Postar um comentário