
Os poetas têm razão. Tristezas são bem mais inspiradoras do que alegrias.
Eu amo escrever, mas confesso que meu dia-a-dia como jornalista, escrevendo, lendo, gravando e editando, cansa muito.
Outro fato é que não tenho dias tristes muito seguidos porque estou sempre agitada e agitando. Logo não tenho muito tempo para pensar em coisas ruins, por isso tenho postado tão pouco aqui.
Quando algo ruim me ocorre o mundo do papel, da caneta e das altas horas da madrugada na cama, com a luz do abajur ligada chegam juntos.
Em algumas situações eu percebo que sou tão humana, que erro tanto e aproveito para repensar meus atos e analisar as atitudes dos outros. Afinal errar é humano, mas persistir nos erros não. Sempre aprendo com as situações.
Outras vezes me dou conta do quão frágil somos, do quão frágil são os relacionamentos que temos e de quanta fé precisamos para sobreviver.
Um comentário:
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Concordo com a fé... mas discordo de que persistir no erro não é humano. Gostaria até que não fosse. Mas não tenho tanta fé assim.
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